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Mundo cristão

Pastor Malafaia ataca ministro Fachin: ‘Não é isento; esquerdopata de carteirinha’

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O pastor Silas Malafaia demonstrou indignação ao saber de uma iniciativa do ministro Edson Fachin, atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e membro do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado convidou lideranças religiosas para uma reunião nesta segunda-feira, em Brasília.

Malafaia, contudo, apontou que Fachin havia proposto a aprovação de uma medida contra o ‘abuso de poder religioso’ no passado, algo que o pastor interpretou como uma tentativa de cercear o posicionamento político das lideranças religiosas.

O pastor, então, acusou o ministro de querer usar a liderança religiosa para “blindar” o TSE das críticas do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro. Segundo o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, apenas “esquerdopatas” aceitariam a proposta.

“Eu só acredito que um líder religioso vá aparecer na reunião, hoje, se ele for alienado, está por fora desses fatos ou é esquerdopata. Um líder religioso que sabe das coisas não vai cair nesse jogo”, disse Malafaia, após chamar Fachin de “esquerdopatada de carteirinha”, por ter feito campanha para a ex-presidente Dilma Rousseff no passado, quando ainda não era ministro do STF.

“Nós não vamos ser usados por esses interesses mesquinhos. Será que o ministro Fachin pensa que nós somos idiotas?”, criticou o pastor assembleiano. O portal Metrópoles chegou a noticiar a realização da reunião entre Fachin e os líderes religiosos.

A notícia, contudo, não citou o nome de qualquer liderança religiosa de destaque no país, nem mesmo anônimas, resumindo-se apenas a dizer que “estavam reunidas lideranças católicas, evangélicas, espíritas, judaicas, islâmicas, budistas e de religiões de matriz africana.”

Em seu discurso, Fachin declarou: “Hoje, com o auxílio formoso das luzes desses homens e mulheres de brio, damos início a uma importantíssima reflexão coletiva, convictos de que a promoção da paz e da tolerância manterá a democracia em seu prumo, para que prossigamos como irmãs e irmãos, pesem as discordâncias políticas, sob os signos da brandura e da temperança.” Assista:

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